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Jornalista diz que Yuri Martins merece ganhar Jogador do Ano da WSOP

Jornalista diz que Yuri Martins merece ganhar Jogador do Ano da WSOP

Que Yuri Martins Dzivielevski é um dos melhores jogadores de poker do mundo atualmente, nos brasileiros já sabemos. Mas quando um comentarista internacional renomado afirma o mesmo, a certeza fica ainda mais clara.

Comentarista esportivo de poker desde 2003, Norman Chad é figurinha carimbada na maioria das transmissões da World Series of Poker na ESPN – encerradas em 2020. Com o retorno em 2026, o jornalista fez parte da bancada que abriu a transmissão oficial da WSOP na emissora e afirmou que Yuri Martins deve ser o Jogador do Ano da WSOP em 2026.

O comentário veio quando Chad e outros comentaristas foram questionados sobre seu voto para o título de Player of The Year. Para o jornalista esportivo veterano, Yuri Martins possui os resultados (e o momento perfeito) para conquistar a marca.

Segundo Chad, Dzivielevski não tilta mesmo em situações de alta pressão (como o heads-up contra Daniel Cates no heads-up do PPC 2022), joga bem todas as modalidades, com conqusita de braceletes em Omaha, PLO, H.O.R.S.E. e outros.

Norman Chad

“E ele é muito bonito para falhar. O cara é o Johnny Depp do Poker. Tem o melhor bigode do poker. E além disso, tem 34 anos agora. É a idade ideal para ser o Jogador do Ano”, completou Norman Chad com humor.

Conquistas de Yuri Martins na World Series of Poker

Yuri Martins
Yuri Martins

Os resultados de Yuri Martins nos últimos sete anos reafirmam o motivo pelo qual Norman Chad vê potencial no jogador para o título de Player of The Year. Somente na World Series o jogador já faturou mais de US$ 8 milhões, com direito a mais de 230 cashes, 37 mesas finais, cinco braceletes e dois anéis de circuito.

Versátil, Dzivielevski levou três braceletes ao vivo e outros dois online, sendo o primeiro deles em 2019 e o último em 2024. O maior detentor brasileiro de braceletes da WSOP já conquistou títulos de Pot Limit Omaha, H.O.R.S.E., Mixed Games e outras modalidades. Já os anéis de circuito vieram em 2021, ambos em torneios de No Limit Hold’em.

Mas não foram somente títulos que garantiram grandes resultados: a maior premiação da carreira de Martins veio durante a WSOP Paradise, quando o jogador faturou mais de US$ 1,4 milhão pelo 3º lugar no NLH 8-Handed, vencido pelo seu conterrâneo João Simão. Além disso, como citamos anteriormente, o jogador também já foi vice no Poker Player Championship de 2022, um dos torneios mais completos do poker mundial.

Todas as marcas foram conquistadas antes do início da WSOP 2026. Na edição atual, até o momento da publicação desse artigo, Yuri Martins havia chegado a três ITMs, com quase US$ 25 mil ganhos e “bolha da FT” com 10º lugar no US$ 1,5K Badugi.

Yuri Dzivielevski discorda de banimento dos patches na WSOP 2026

A edição de 2026 não começou com títulos para Yuri Martins – além de trazer um novo problema: com a polêmica do Millionaire Maker de 2025, algumas plataformas não podem “representar” jogadores durante a World Series, sendo a CoinPoker (marca onde Dzivielevski é embaixador) uma delas.

O jogador reclamou da proibição dos patches em suas redes sociais, e alegou que só poderia usar os materiais da marca, como moletom, caso cobrisse a logo da patrocinadora. Outros jogadores profissionais, como Patrick Leonard, também foram afetados pela nova regra.

Apesar da proibição de casas como CoinPoker e WPT Club Gold, algumas plataformas seguem liberadas, como a Americas Cardroom. O próprio Yuri Martins está usando outros patches em sua roupa, entre eles o da RegLife, sua escola de poker.